quarta-feira, agosto 01, 2001

"O palavrão traz à tona sentimentos inacessíveis à linguagem articulada e, nesse sentido, pode ser posto ao lado das interjeições, utilizadas justamente quando faltam as palavras." Fernando Marques em seu Os Sonetos do Flagelo dos Príncipes



Um homem simples e uma obra polêmica: Mário Souto Maior e o seu "Dicionário do Palavrão e Termos Afins", liberado pela Censura Federal o ano passado e publicado este ano, pela Editora Guararapes, com prefácio de Gilberto Freyre. Considerada importante estudo lingüístico, a obra contém, em suas 335 páginas, quase três mil palavrões, de A a Z, comumente usados em todo o Brasil, de Norte a Sul. Em seu trabalho de pesquisa, o etnólogo constatou, entre outras coisas, que: o homem, o jovem e pobre falam mais palavrão do que a mulher, o velho e o rico; a criança de hoje ganha para a de ontem, quanto ao uso do palavrão (e o aumento dos meios de comunicação foi o motivo mais apontado); o romancista Jorge Amado foi considerado o escritor que mais usa o palavrão; mãe, por ser a pessoa mais querida de todos nós, é a pessoa mais xingada, o mesmo acontecendo com marido enganado; o nu erótico não pode ser considerado um palavrão plástico; diversos nomes próprios são eufemismos dos órgãos sexuais etc.


LEIA AQUI UMA ENTREVISTA COM O AUTOR






terça-feira, julho 31, 2001

Você devem ver que Meeerda é esse texto!!! Parabéns ao Paiva Neto por ser o primeiro a chegar à Nova Merda! :-)) Merda Aqui!